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domingo, 13 de abril de 2025
RESQUICIOS ESTRADA DE FERRO THEREZÓPOLIS
domingo, 26 de janeiro de 2025
ALMANAQUE GERAL FERROVIARIO BALDWIN-AS 616 - 3580 EFCB ESPANTA DEMÔNIO
Foram fabricadas pela Baldwin Locomotive Works, junto com as Baldwin - Whitcomb, sendo as únicas locomotivas diesel-elétricas produzidas pela Baldwin para o Brasil.
Ao todo foram produzidas 221 locomotivas AS-616 (sendo 7 unidades tipo 'B'), que foram utilizadas principalmente nos EUA, entretanto foram vendidas 20 unidades para o Ferrocarriles Nacionales de México - Mexico, 9 unidades para Orinoco Mining Comapny (US Steel) - Venezuela e 37 unidades para o Brasil, compradas pela ESTRADA de FERRO CENTRAL do Brasil e REDE DE VIAÇÃO PARANÁ SANTA CATARINA.
O equipamento elétrico era de fornecimento da Westinghouse, tanto o gerador de tração como os motores de tração.
O motor era o Baldwin 606 A turbo-alimentado de 8 cilindros e 1979 polegadas cúbicas.
Todas as locomotivas que vieram para o Brasil estava equipadas com MU (tração múltipla) para acoplamento de até 3 unidades.
Ela detém o privilégio de ser a primeira máquina com truque "C", para serviços de linha, juntamente com a Alco GE de 1.600 HP (tipo híbrido, parte mecânica Alco e parte elétrica GE), tanto em bitola métrica como larga.
Existiu 2 versões da AS-616, uma para bitola de 1,6m e outra para 1,0 metro. Em termos de potência são idênticas, mas externamente possuem diferenças significativas.
Tabela
| Modelo | Potência (HP) | Bitola (m) | Fabricante | Origem | Ano de Fabricação |
|---|---|---|---|---|---|
| AS616 | 1600 | 1,600 | Baldwin | EUA | 1952 |
| AS616E | 1600 | 1,000 | Baldwin | EUA | 1953 e 1954 |
Proprietários Originais
Ferrovias MODELOS Bitola Quantidade
| Estrada de Ferro Central do Brasil | AS616 | 1,600m | 12 |
| Estrada de Ferro Central do Brasil | AS616E | 1,000m | 20 |
| Rede de Viação Paraná-Santa Catarina | AS616E | 1,000m | 05 |
- No Brasil receberam o apelido de Espanta Demônio devido a sua aparência.
As AS-616 começaram a ser exportadas em 1951 e neste mesmo ano a Central do Brasil encomendou 32 unidades, sendo 12 para bitola de 1,6 metro e 20 para a de 1,0 metro.
A única modificação básica do modelo doméstico americano (bitola de 1,435 m) para o nosso foi o alargamento do truque para a bitola larga. Foram equipadas com freio dinâmico no nariz curto.
Elas entraram em serviço inicialmente na região de Barra do Pirai (RJ), para operar com trens de minério. Chegaram a formar trens na linha do Centro com 4700 toneladas entre Conselheiro Lafaiete e Santos Dumont e 5400 toneladas até Volta Redonda.
Foram as primeiras locomotivas a serem operadas no sistema de "tração distribuída", aonde foram empregadas três AS-616 na frente do trem e dus no meio, tracionando 80 vagões de minério, totalizando 8840 toneladas.
Posteriormente, foram transferidas para serviços de manobra nos pátios e linhas de subúrbio e, finalmente, foram transferidas (já no fim de sua vida) para a ex-Divisão Especial de Subúrbios do Grande Rio, atualmente CBTU
AS-616E

O "E" das AS-616E significa "export", isso porque foram modificadas para bitolas estreitas existentes fora dos EUA. Estas 20 unidades foram a maior encomenda de AS-616E que a Baldwin recebeu.
Inicialmente foram designadas para operar em Belo Horizonte (MG), no trecho de bitola métrica da Central do Brasil, para puxar trens cargueiros, e posteriormente para serviços de manobras nos pátios. Também operaram na região de Montes Claros, norte de Minas Gerais.
A Paraná – Santa Catarina encomendou suas AS-616E em 1953, baseada nas informações da EFCB e também porque necessitava de uma máquina com bom desempenho, e foram operar na região de Ourinhos– Curitiba-(PR).
Estas máquinas eram idênticas às da Central, apenas com a inclusão do freio a vácuo para a composição.
Entretanto, estas locomotivas não se adaptaram às condições da via permanente da RVPSC (segundo informações colhidas, ela "abria a linha", devido ao peso) e tiveram vida curta, sendo trocadas por locomotivas GE tipo Cooper-Bessemer C+C da EF Sorocabana
A Sorocabana possuiu 15 AS616E, sendo 10 compradas da Central do Brasil em 1954 e 5 da RVPSC que foram trocadas por 10 locomotivas GE C+C de 660 HP. Esta troca foi efetuada em 1955 (4 máquinas) e 1956 (6 máquinas).
Na Sorocabana, operaram inicialmente na linha tronco entre Assis (final da eletrificação) e Presidente Prudente, tracionando carga e passageiros.
Posteriormente, foram transferidas para a Baixada Santista, operando inclusive na linha Mairinque – \santos (SP), onde gozavam de ótima reputação. Segundo os maquinistas, as Baldwin "não choravam na rampa".
Elas ficaram conhecidas como "papo-amarelo", pois chegaram na EFS ainda nas cores originais da Central, que eram o azul colonial para o corpo e amarelo cromo para a frente e traseira. Posteriormente, foram pintadas nas cores da Sorocabana, verde colonial, branco para as faixas e cinza para faixa.
A última AS-616 a ser baixada foi a 3408 da FEPASA, que só parou de circular por falta de peças de reposição, sendo abandonada.
Referências
Propulsão Diesel-Elétrica Fabricante Baldwin - Whitcom Número de série 75725 a 75773 Modelo AS-616 e AS-616E Ano de fabricação 1953 1953 1954 Locomotivas fabricadas AS616: 12
AS616E: 25Classificação AAR C-C Tipo de serviço Misto Características Bitola AS616: 1.600 mm
AS616E: 1.000 mmTipo de truques AS616: Trimount Type Normal
AS616E: Trimount Type & Floating BolsterDiâmetro das rodas AS616: 1.067 mm (40")
AS616E: 9.144 mm (36")Distância entre eixos Internos:
AS616: 2.223 mm
AS616E: 1.805 mm
Externos:
AS616: 1.740 mm
AS616E: 2.009 mmComprimento 17.678 mm Largura 2.200 mm Altura AS616: 4.325 mm
AS616E: 4.032 mmPeso da locomotiva AS616: 147.500 kg
AS616E: 100.000 kgPeso por eixo AS616: 24.583 kg
AS616E: 16.666 kgPeso aderente AS616: 147.500 kg
AS616E: 100.000 kgTipo de combustível Diesel Capacidade de combustível AS616: 4.914 l
AS616E: 7.201lFabricante do motor Baldwin Locomotive Works Motor primário Baldwin 608 A Limite de RPM 1.200 RPM Tipo de motor Motor de 8 cilindros em linha turboalimentado Cilindradas do motor 32.429 cm³ Gerador Westinghouse 471 BZ Motores de tração 6x Westinghouse
AS616: 563A
AS616E: 370 DEZTamanho dos cilindros 323,85 mm (12.75") x 393,70 mm (15.5") Tração múltipla Sim, Até 3 Unidades Performance Velocidade máxima 65 km/h Potência total 1650 hp Potência disponível para tração 1600 hp Esforço de tração AS616: 32.950 kgf
AS616E: 17.014 kgfRaio mínimo de inscrição AS616: 78m Freios da locomotiva Ar comprimido Sistema de freio 6SL WABCO Operação Ferrovias Originais EFCB - RVPSC Ferrovias que operou EFS - Fepasa - CBTU Número de locomotivas na classe 37 Nome oficial AS616
AS616EApelidos Espanta-Demônio, Baldwin, Papo Amarelo Local de operação São Paulo - Rio de Janeiro - Paraná Data de entrega 1952 a 1954 Ano da entrada em serviço 1952 a 1954 Situação Todas baixadas
Locomotivas introduzidas em 1950 Locomotivas da Rede de Viação Paraná Santa Catarina
quarta-feira, 25 de dezembro de 2024
ALMANAQUE GERAL FERROVIARIO - COLOSSO FERROVIARIO
domingo, 20 de outubro de 2024
terça-feira, 8 de outubro de 2024
ALMANAQUE GERAL FERROVIARIO ANTIGA CABINE ALAVANCAS ENGENHO NOVO
FOTO ACIMA MINHAS LENTES (ANTIGA) DE QUANDO PRESERVADA CABINE No3 DO ENGENHO DE NOVO AINDA ERA UM MUSEU COM SUAS MAQUETES FERROVIÁRIAS E ALAVANCAS PRESERVADAS, O PRESENTE E FUTURO DA MALHA FERROVIÁRIA BRASILEIRA É DE MUITA TECNOLOGIA MAIS INFELIZMENTE A HISTÓRIA QUE AO LONGO DOS ANOS MESMO COM MUITO ESFORÇO DE POUQUÍSSIMAS ENTIDADES DE PRESERVAÇÃO “SÉRIAS” NÃO ACOMPANHAM O ROMANTISMO QUE FICOU DO PASSADO
terça-feira, 17 de setembro de 2024
PELOS TRILHOS DA ROMANTICA ESTRADA DE FERRO LEOPOLDINA
Linha Vila Inhomirim Linha Guapimirim Ramal da métrica - Inauguração 24 de abril de 1888.
Nome antigo Rosário - Nível Trem Elétrico 1a, 1b: Linha Saracuruna (Sentido Central)
Nível Trem Diesel 1a: Linha Vila Inhomirim 1b: Linha Guapimirim Fotos: Minhas Lentes SARACURUNA Rio de Janeiro Brasil
MÉTRICA INAUGURADA EM 02 DEZEMBRO 1926 ESTRADA DE FERRO LEOPOLDINA - 1975 RFFSA1994 FLUMITRENS / CENTRAL LOGISTICA
Depois de sucessivos protestos realizados por moradores da pequena Santa Guilhermina, uma pequena comunidade de produtores rurais e pessoas que precisam do trem para se locomover até o Rio de Janeiro, revolveram também aderir a um protesto de paralisação da via ferroviária que interromperia e suspenderia a circulação do Ramal Guapimirim por uma semana.
7 anos depois desde a última vez que o trem do Ramal Guapimirim realizou sua última parada na Estação Parada Santa Guilhermina, ele voltou a atender a população do bairro dia 17 de setembro 2018.
Seu nome parada Santa Guilhermina foi como cortesia a Emílio Wadih Gebara que possuía na região uma enorme fazenda produtora de leite, manteiga e derivado, a Fazenda Santa Guilhermina. A parada, que além de dar acesso ao casarão da fazenda, também era responsável pelo distribuição e abastecimento dessa produção para toda região de Magé.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Esta%C3%A7%C3%A3o_Parada_Santa_Guilhermina
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