"O TRABALHO DIGNIFICA O HOMEM"

http://httpwwwluizfelipelopesdiascombr.blogspot.com/

domingo, 12 de junho de 2016

ALMANAQUE GERAL FERROVIARIO MANUTENÇÃO REDE AÉREA Serie 100


Possivelmente ER95 ou ER99 especialista nestes carros HugoCaramuru

Rede Aérea de Tração é o sistema responsável pela transmissão de energia elétrica necessária à movimentação dos trens. Essa composição foi transformada para realizar a manutenção desse item de vital importância para o Sistema Ferroviário!

“A energia elétrica é vital para todas as funcionalidades do trem, e consequentemente para a circulação das composições”.
O sistema elétrico ferroviário pode ser definido como um conjunto de instalações e equipamentos elétricos, eletrônicos e eletromecânicos que tem como função o fornecimento de energia elétrica para a movimentação das composições. Esse sistema trabalha de forma conjunta, permitindo que a energia elétrica chegue ao seu destino para realizar a tração dos trens, promover a sinalização da via e ainda para garantir o correto funcionamento das estações e galpões de manutenção.
A composição ferroviária movida a eletricidade para o transporte de passageiros é chamada de Trens Unidade Elétrico (TUE), e é formada por dois ou mais carros, sendo um deles o chamado carro-motor, que movimentará os demais, chamados carros-reboque, os pantógrafos – captadores de energia – captam a corrente elétrica contínua dos cabos da rede aérea presente nas linhas férreas e a transmitem aos trens para que eles possam se movimentar. “A energia é continuamente absorvida pelos trens durante sua movimentação e utilizada para alimentar os motores”.
Projetados para funcionar com energia elétrica de tração, os trens urbanos brasileiros operam com uma média de tensão nominal de alimentação de 3.000 volts em corrente contínua, em razão do alto torque (força que o motor imprime ao eixo da manivela, forçando-o a girar para impulsionar o trem) necessário para o seu funcionamento. No entanto, esse nível de tensão não está disponível nos padrões de transmissão e distribuição de energia fornecidos pelas concessionárias – 138 kV e 88 kV em corrente alternada.
Para adaptar a energia recebida à tensão necessária, as companhias de transporte ferroviário mantêm subestações retificadoras ao longo das linhas férreas, para rebaixar a tensão elétrica e alimentar as linhas aéreas de cabos elétricos. “O fornecimento de energia é realizado pelas concessionárias, então a tensão alternada é convertida em tensão contínua pelos retificadores”, depois de sair das subestações retificadoras, a energia elétrica segue para a linha aérea, que abastece os trens por meio dos pantógrafos. Estes, por sua vez, conduzem a eletricidade para os motores, que são os responsáveis pelo deslocamento das composições.
Além de movimentar as composições, a energia elétrica também é empregada para alimentar os chamados serviços auxiliares em estações, como sistemas de ar condicionado, iluminação, sinalização, bilheterias, escadas rolantes e elevadores. Sendo assim, a eletricidade é fundamental para o funcionamento de todo o sistema ferroviário, e qualquer falha pode gerar prejuízos tanto para as operadoras quanto para seus passageiros.
Qualquer falha nos cabos elétricos pode provocar, por exemplo, o desarme do disjuntor, acarretando atrasos ou até a paralisação dos trens. Para evitar esse tipo de situação, as companhias de transporte precisam trabalhar com a manutenção preventiva dos sistemas elétricos, monitorando o nível de desgaste dos cabos da rede aérea de tração a fim de prevenir a ruptura.
Vicente Abate, presidente da Associação Brasileira da Indústria Ferroviária (Abifer), comenta que a principal função dos cabos que compõem as redes que abastecem as ferrovias é transportar energia da subestação retificadora para os trens. Uma falha no sistema elétrico pode aumentar o intervalo entre os trens, ou até mesmo causar a paralisação total do sistema, o que pode gerar um caos, por isso, é fundamental que os cabos utilizados sejam de boa qualidade e seguros, só assim será possível garantir o bom funcionamento do sistema.

















Segundo Hugo Caramuru está placa e das oficinas que transformaram tues desativados em vagões de manutenção como este em Barão de Angra. "Obrigado pela contribuição amigo"


Todas fotos deste carro em rede aérea manutenção, FOTOS: MINHAS LENTES RIO DE JANEIRO BRASIL. 



Texto acima adaptado
https://www.facebook.com/funcionariocptm/photos/a.674528405928945.1073741851.289222107792912/674531732595279/?type=1&theater

EFCB SUPER VIA SUB ESTAÇÃO Nº 1
Fotos: Minhas Lentes - 09/08/2014 - Mangueira Rio de Janeiro Brasil lhttps://www.facebook.com/luizfelipe.lopesdias/media_set?set=a.697183273700960.1073741936.100002278828310&type=3&uploaded=9

http://httpwwwluizfelipelopesdiascombr.blogspot.com.br/2016/06/almanaque-geral-ferroviario-manutecao.html

domingo, 5 de junho de 2016

ALMANAQUE GERAL FERROVIARIO - NOVA ESTAÇÃO SÃO CRISTÓVÃO.


EFCB LINHA DO CENTRO SUPERVIA
A nova estação São Cristóvão segue os padrões internacionais de acessibilidade e contará com escadas rolantes, elevadores, cobertura total das plataformas e banheiros modernizados. Também serão implantados mais três plataformas, seis linhas para embarque e desembarque, que atenderão a todos os ramais, três rampas de acesso externo, uma com ligação direta ao metrô e nova iluminação com passarela para pedestres por cima das pistas da radial oeste ao antigo casarão do ministro do exercito e Faetec.










Obras de construção da nova estação São Cristóvão Fotos Minhas Lentes Rio de Janeiro Brasil 05/04/2014 Postado no link:

https://www.facebook.com/luizfelipe.lopesdias/media_set?set=a.662989647120323.1073741916

https://www.facebook.com/luizfelipe.lopesdias/media_set?set=a.631584336927521.1073741907.100002278828310&type=

domingo, 29 de maio de 2016

ALMANAQUE GERAL FERROVIARIO - ALCO RS-3 BRASIL.

As locomotivas Diesel-Elétricas ALCO RS-3 foram compradas pela EFCB em 1952 no processo de dieselização das suas linhas. Hoje algumas encontram-se em operação na CPTM, no Metro de Belo Horizonte como veiculo de manutenção, enquanto outras (comprovadamente 4) estão na Supervia.
Todas as locomotivas encomendadas pela EFCB foram fabricadas pela Montreal Locomotive Works, subsidiária canadenseda American Locomotive Company americana.










 FOTOS: MINHAS LENTES  LINHA DO CENTRO SUPERVIA MANUTENÇÃO REDE AEREA SÃO CRISTOVÃO RIO DE JANEIRO BRASIL.
Texto:
https://pt.wikipedia.org/wiki/ALCO_RS-3

http://httpwwwluizfelipelopesdiascombr.blogspot.com.br/2016/05/almanaque-geral-ferroviario-alco-rs-3.html

domingo, 22 de maio de 2016

ALMANAQUE GERAL FERROVIÁRIO SAG - SEDE DA ADMINISTRAÇÃO GERAL


Localizado na Praça Duque de Caxias sem Nº no centro do Rio de Janeiro o prédio da SAG Sede da Administração Geral da RFFSA, ali funcionava a presidência e alguns departamentos. nas proximidades do edifício da estação D. Pedro II Central do Brasil.


 Um edifício monolítico envidraçado com esquadrias de alumínio, de linhas modernas, com cem metros de fachada, foi erguido a partir do empreendimento de uma empresa subsidiária constituída pela RFFSA para tal: a chamada “Urbanizadora Ferroviária”, que ainda existiu pro forma por alguns anos mas, logo cairia em total esquecimento.


Ocupando 30.400 metros quadrados, foi inaugurado no final dos anos 60, formado por 11 andares de 2.200 m2, uma sobre-loja de 1.050m2, além de subsolo para estacionamento e demais dependências de manutenção técnica do edifício, também no terraço.

Foi edificado na área adjacente ao que representava um prolongamento da construção baixa do prédio da estação D. Pedro II, aparentemente jamais construído e cujos fundos oferecem privilegiada vista do grande-concurso, gare, plataformas e pátio do aludido terminal.

Este prédio passou a ser a referência daquilo que se conceituou como a Administração Geral da RFFSA, recebendo ali o contingente funcional da empresa, da presidência aos setores mais basilares.

Objeto de existência polêmica, o edifício até hoje guarda a função para a qual foi concebido, embora em uma realidade bem diferente daquela que fundamentou o auge da RFFSA por quase 40 anos seguidos.

Nos anos 2000, uma solenidade da AENFER – Associação de Engenheiros Ferroviários prestou uma homenagem ao já falecido Engenheiro Renato de Azevedo Feio, dando a prédio sede da Rede o seu nome, reconhecendo que o edifício-sede jamais fora denominado além das siglas que o identificava: “AG”.


Com o fim da RFFSA este importante prédio passou a abrigar a inventariante e o DNIT para cuidar dos bens da rede e parte da CBTU e remanescentes "importantíssimos" da Policia Ferroviária Federal, no decimo andar sala 1062 funcionava a biblioteca infelizmente está fechada ao aceso ao publico o que se encontrava da parte histórica foi transferida para o prédio do IPHAN na av Rio Branco nº 46.







Parte do texto http://almanaquedarffsa.blogspot.com.br/ 
 Atualizado pelo autor deste Blog fotos: minhas lentes Rio de Janeiro Brasil.
http://httpwwwluizfelipelopesdiascombr.blogspot.com.br/2016/05/almanaque-geral-ferroviario-sag-sede-da.html

domingo, 15 de maio de 2016

ALMANAQUE GERAL FERROVIARIO 90 ANOS BARÃO DE MAUÁ

Exposição na Leopoldina reuniu fotos e peças de época para comemorar os 90 anos da estação.
A mostra Barão de Mauá  90 anos de história, reuniu 400 visitantes que participaram do evento e puderam conhecer a história da família do Barão de Mauá, além de curiosidades da arquitetura do local. A exposição contou com painéis de fotos, desde a construção da estação até os dias atuais, intervenções sonoras, miniaturas e mobiliário de época, o objetivo da mostra 90 anos da estação Barão de Mauá foi resgatar a bela história desta importante estação.
Também presente ao evento, o presidente da Associação dos Engenheiros da Estrada de Ferro Leopoldina, engenheiro Jair José da Silva, ficou entusiasmado com a ocupação da estação, que declarou: Ver tudo isso tão cheio de vida é um alento para todos os ferroviários da Leopoldina. Quem gosta de trens não pode perder a chance de rever a estação e aprender mais sobre o sistema ferroviário do Rio de Janeiro e do Brasil,  antigos ferroviários também foram homenageados, o aprendiz na década de 50 e um dos mestres de ensino ferroviário do Rio de Janeiro, Antônio Peril reviveu o seu passado de glorias em nossas ferrovias.
Texto: https://g1.globo.com/















Fotos: Minhas Lentes
Estação Barão de Mauá - Rio de Janeiro - Brasil.

Todas as fotos em: https://www.facebook.com/luizfelipe.lopesdias/media_set?set=a.1005763932842891.1073742118.100002278828310&type=3